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POLICIAL CIVIL MATA HOMEM EM TOLEDO E TIRA A PRÓPRIA VIDA MINUTOS DEPOIS
De acordo com a Polícia Civil, não há dúvidas sobre a autoria do crime. Em coletiva realizada na manhã desta quarta-feira (1º), o delegado Alexandre Macorin afirmou que a dinâmica já está esclarecida.
Segundo as investigações, o policial Jackson Dal Pra, que atuava na delegacia de Assis Chateaubriand, foi até a residência da vítima, entrou no imóvel e efetuou disparos contra o homem. Na sequência, ele deixou o local.
Imagens e relatos reunidos pela polícia confirmam a movimentação do veículo do suspeito antes e depois do crime. A esposa da vítima também prestou depoimento e ajudou a reconstituir o ocorrido.
Após o homicídio, equipes passaram a procurar o policial, após informações de que um carro com características semelhantes havia sido visto nas proximidades do lago municipal. Ao chegarem na casa do agente, os policiais encontraram o veículo estacionado. Sem resposta, foi necessário arrombar a porta do imóvel.
Dentro da residência, o policial foi encontrado já sem vida, vítima de disparo de arma de fogo. A principal linha de investigação aponta que ele tirou a própria vida logo após o crime, utilizando a arma de serviço.
Ainda conforme o delegado, o intervalo entre o homicídio e o suicídio foi curto, inferior a dez minutos. Não houve registro de discussão ou testemunhas diretas do momento do crime.
A motivação do caso ainda é desconhecida. Até o momento, não foi confirmada qualquer ligação entre o policial e a vítima.
A Polícia Civil também apurou que o agente apresentava comportamento considerado normal no cotidiano, mas já possuía histórico de um episódio de violência e realizava acompanhamento médico. Ele relatava dificuldades para dormir e fazia uso de medicamentos.
Pouco antes do crime, o policial enviou mensagens e áudios a um delegado de Assis Chateaubriand, informando que não estava bem. A informação foi repassada à equipe de Toledo, que iniciou buscas para localizá-lo e recolher a arma, mas não houve tempo hábil para evitar o desfecho.
Agora, os investigadores analisam o celular do policial e devem ouvir familiares e pessoas próximas para tentar esclarecer o que levou ao crime. A Polícia Civil informou que novas informações serão divulgadas assim que houver confirmação sobre a motivação.
Fonte: Redação Tooeste
Data: 01/04/2026 12:01:24
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